David Ferreira Curval

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196502a

in Boletim Paroquial da Junqueira, Fevereiro de 1965

11 DE JANEIRO DE 1975 Manuel Lopes Curval & Filhos, Limitada Certifico que, por escritura lavrada hoje, de folhas quarenta e sete a quarenta e oito, verso, no livro de notas para Escrituras Diversas B – número sessenta e seis, do Primeiro Cartório da Secretaria Notarial de Vila do Conde a cargo do Lic. João Evangelista Fernandes, MANUEL LOPES CURVAL e mulher MARIA CELESTE FERREIRA; DAVID FERREIRA CURVAL: e JAIME FERREIRA CURVAL; ambos casados, e todos residentes no lugar de Real, da freguesia de Junqueira, deste concelho; e JOAQUIM FERREIRA CURVAL, casado, residente na freguesia de Árvore, deste concelho, constituíram entre si uma sociedade comercial por quotas de responsabilidade limitada, nos termos dos artigos seguintes: PRIMEIRO – A sociedade adopta a firma “MANUEL LOPES CURVAL & FILHOS, LIMITADA”, terá a sua sede no lugar de Real, da freguesia de Junqueira, do concelho de Vila do Conde, e durará por tempo indeterminado, com início no dia um de Janeiro de mil novecentos e setenta e cinco; SEGUNDO – O seu objecto é a indústria de serralharia mecânica e civil e qualquer outro ramo da actividade que a sociedade resolva explorar; TERCEIRO –  O capital social, integralmente realizado pela forma aqui descrita, é de TREZENTOS MIL ESCUDOS, correspondendo às seguintes quotas: Manuel Lopes Curval – uma de cento e oitenta e sete mil e quinhentos escudos; Maria Celeste Ferreira – uma de noventa mil escudos; ambas realizadas em móveis constantes de: um torne mecânico marca “Cegonheira”, de dois m; um torno mecânico marca “Cegonheira”, de um e meio m; um torno mecânico tipo antigo, de um e oitenta m; um limador mecânico de quatrocentos e cinquenta milímetros; um serrote mecânico; uma máquina de furar, fabrico da casa; um esmerilador “RABOR”; um pantógrafo de axi-corte; um serrote de corte rápido; uma guilhotina manual; quatro aparelhos de soldadura por arco; uma ventoinha de forja; três cavaletes; cinco tornos de bancada; duas máquinas de rebarbar; e diversas ferramentas miúdas, que transferem para a sociedade; Joaquim Ferreira Curval – David Ferreira Curval – e Jaime Ferreira Curval, cada um – uma quota de sete mil e quinhentos escudos, realizadas em dinheiro; QUARTO – Entre os sócios, é livre a cessão de quotas. A estranhos depende do consentimento da sociedade; QUINTO – A gerência da sociedade, dispensada de caução, pertence a todos os sócios, que desde já ficam nomeados gerentes; mas os actos que envolvam responsabilidade para a sociedade têm que ser obrigatoriamente assinados pelo sócio Manuel Lopes Curval; SEXTO – As assembleias gerais serão convocadas por cartas registadas dirigidas aos sócios, com a antecedência de dez dias, pelos menos, sempre que a lei não exija outras formalidades; Vai conforme ao original, na parte transcrita, na havendo, na parte omitida, além ou em contrário do que se narra e transcreve. Vila do Conde, trinta e um de Dezembro de mil novecentos e setenta e quatro. O 2.º Ajudante, José de Faria Graça Júnior

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