Fernando da Silva Fernandes

Dados biográficos:

  • casado com Felismina Ribeiro da Costa
  • morador no lugar de Sanguinhal
  • pai de José  Fernando da Costa Fernandes

Notícias completas:

15 DE FEVEREIRO DE 1964 Pelos Bombeiros Continuamos a publicar os nomes das pessoas que contribuíram, com os seus donativos, para a compra da nova ambulância: Freguesia da Junqueira Com 250$00: Dr. Eduardo Campos da Costa Com 200$00 António da Costa Faria Com 100$00 Dr. Carlos Pinto Ferreira e Joaquim Ferreira da Costa Com 50$00 Adelino Azevedo Cunha e Pereira, Flávio de Freitas Faria, António Ferreira da Costa Magalhães, António Lucas Patrício, Manuel Lopes Curval, Anónimo, Júlio da Costa Amorim, Alberto Lima Ventura da Conceição, Carlos Rocha e Padres Monfortinos. Com 40$00 José Lopes da Costa Com 30$00 Alcino Costa Fernandes, Padre Manuel Baptista de Sousa e Manuel Domingos e Sá Com 20$00 Manuel da Silva Costa, Carlos da Silva Lopes, Alberto Antunes Lopes da Costa, Serafim Martins Ramos, Alfredo Moreira Maia, António Gonçalves Araújo Ramos, Manuel Campos Ferreira, António da Silva Baptista, Alexandrino Gomes Peniche, D. Maria Gomes da Silva Casa Nova, Ernesto Cardoso de Oliveira, Joaquim Gomes da Silva, Armindo da Silva Lopes, Joaquim Gonçalves de Sá, João da Costa Carneiro, Manuel Lopes da Silva, José Maria Ferreira, Albino Ferreira Boucinha e Manuel Gonçalves Ferreira. Com 10$00 Domingos Lopes Faria, António Pereira Novais, Luís Cândido Baptista da Costa, Manuel Lopes Baptista da Costa, José da Costa e Silva, Adelino Gomes Oliveira, Luis Dias, Joaquim da Costa Santos, João Amorim Silva Capela, Armando da Costa Neves, Carlos Baptista Carvalho, Amândio Machado, António Oliveira, Manuel José Pereira, José de Sousa, Manuel da Costa Ferreira, Joaquim Gomes Ferreira, Alfredo José do Vale, Daniel Ferreira, José Ferreira de Matos, António Ferreira de Matos, José da Costa Oliveira, Domingos Cunha Soares, Manuel José Aguiar, António Gonçalves Faria, Fernando da Silva Fernandes, Francisco Lopes da Silva, Amadeu Alves, Adelino Lopes da Silva e Joaquim Ferreira Matos. Com 7$50 Lino Fernandes Faria e Júlio Balazeiro Amorim Com 5$00 Manuel Rodrigues da Costa, Joaquim Gonçalves Baptista, Adelino Cândido Baptista da Costa, José Lopes Moreira, Constantino Lopes Ferreira, Marcelino Gomes Araújo, José Ferreira da Costa, Carlos Frutuoso da Silva, Augusto Lopes Moreira, Manuel Baptista Carvalho, Marcelino Baptista Oliveira, Américo Cândido Baptista da Costa, Marcelino Baptista da Rocha, Manuel José Luís, D. Maria da Piedade Neves, Francisco Pereira da Costa, José da Costa Campos, D. Odete Ferreira Soares Carneiro, José António Ferreira Alves, Eduardo Silva, António Carreira Faria, Joaquim Gonçalves Gomes, Alexandrino da Silva, José Maria Lopes, Fernando Vilarinho Silva, António Lopes Ferreira, António da Silva Azevedo, David Américo Ferreira Alves, José da Costa Santos, D. Inês Neves Maia, António da Costa Ramos, D. Emília Lopes Curval, António Lopes Alves, Ângelo Dias Ferreira, Alexandrino Machado da Cunha, Isaac Leituga de Sousa, Luís Carvalho da Silva, Abel da Costa Oliveira, José Lopes do Souto, António Francisco Fernandes, António da Costa Cardoso Barbosa, Júlio Pereira da Silva, Carlos Faria, Paulino Ferreira Matos, Manuel Fernandes, D. Diolinda Ferreira Matos, Augusto Cerqueira, António Ferreira da Silva, Francisco Pereira dos Santos, D. Arminda da Silva Cerqueira, Aníbal Moreira Mesquita, D. Olívia Rodrigues Palácio, Laurentino Alves das Neves, António de Oliveira Carvalho, D. Maria Alves de Oliveira, D. Maria Amélia Baptista, D. Albertina Joaquina Ferreira, Manuel Gomes Pereira, Joaquim Agra, Albino Lopes Ferreira, António Martins Ferreira da Costa, Adelino Oliveira Curval, Manuel da Costa e Silva, António Vilas-Boas, Manuel Silva, Manuel António Faria, António Joaquim Monteiro da Silva, D. Maria da Silva Ferreira, José Gomes Lameiro, Manuel Alves Amorim, Manuel da Silva Pereira, Manuel Capela, José Martins, Horácio da Silva Pereira, Joaquim Gomes da Silva, Horácio Costa Santos, José Ferreira da Costa, David Lopes Azevedo, Álvaro Gonçalves da Costa, Joaquim Lopes da Silva, Armindo Leites, José Lopes da Silva e Joaquim Lopes da Silva. De diversos, com importância inferiores a 5$00 – 257$30.

31 DE JANEIRO DE 1965 – Baptizado de José  Fernando da Costa Fernandes. – in Boletim Paroquial da Junqueira, Fevereiro de 1965.

9 DE SETEMBRO DE 1977 Junqueira Resumo histórico A história desta freguesia ainda intimamente ligada ao mosteiro ali fundado pelos monges Agostinhos e cuja igreja, bela e majestosa, é, desde há mais de um século, a paroquial. É pois a maior freguesia do concelho, pelo menos em população. Notas Freguesia de 2ª ordem, a 6 km de Vila do Conde. Orago, São Simão. Pertencente à diocese de Braga. População, 1828 habitantes (1). Tem automóveis de aluguer, rede telefónica e camionetas de carreira para Barcelos, Porto, Póvoa, Vila do Conde e Famalicão. Compreende as populações de Barreiro, Barros, Boucinha, Carvalhal, Casal Coutinho, Casal de Pedro, Casavedra, Cerqueiral, Chantada, Espinheira, Fundão, Garrida, Lamelas, Moinhos, Mosteiro, Ral, Real, Sanguinhal, Venda e Vilar de Matos. Correio de Vila do Conde e Telefone de V. N: Famalicão. A sua Igreja, ultimamente restaurada, é digna de uma visita. O lugar da Espinheira é um dos mais poéticos deste concelho. Tem várias e modernas indústrias de serração, limas e outras. A Quinta do Mosteiro (propriedade particular) que fazia parte do antigo convento dos Agostinhos, tem recantos admiráveis para uma vida contemplativa. Pároco – Adélio Ferreira da Silva Loureiro, a quem a Junqueira muito deve pela obra religiosa e social que ali soube desenvolver. Regedor – José Alexandrino da Silva Faria. Junta – Presidente, Fernando da Silva Fernandes; Secretário, Eduardo Pereira da Silva; Tesoureiro, David Américo Ferreira Alves.

10 DE FEVEREIRO DE 1978 São Simão da Junqueira A Festa de Barros – a vontade de três homens e a força de um povo Barros é um dos lugares de S. Simão da Junqueira. No ano de 1508, o enfiteuta João, do lugar de Barros, será, por ordem do Padre D. João Gonçalves, Prior do Mosteiro, uma das testemunhas na segunda demarcação do Couto de S. Simão, marcação em tudo igual à mandada fazer por D. Afonso Henriques, no ano de 1136, a favor de um dos seus melhores guerreiros, D. Paio Guterres, o da cunha. Barros ergue-se num outeirinho por onde corre a velhíssima estrada, que vai para Casal do Pedro, onde existia uma estalagem dos Cónegos de S. Simão, e que Camilo Castelo Branco celebraria com o nome de “Estalagem das Pulgas”: Devido a diferenças de nível, os moradores do alto de Barros tinham carências de águas potáveis. Alguns dos poços do lugar só conseguiam captá-las a profundidades de cerca de vinte e seis metros. Barros, o mais populoso dos lugares de S. Simão e simultaneamente o mais pobre dos bens do mundo mas o mais rico de vontade, encontrou em três homens, Fernando da Silva Fernandes, Eduardo Pereira da Silva e David Ferreira Alves, presidente, secretário e tesoureiro da Junta de Freguesia, os grandes impulsionadores que fizeram com que terminasse a carência de água potável. De porta em porta, sem um desfalecimento, quer no lugar quer noutros da Junqueira, a Junta conseguiu o que muitas das vilas, cidades até, não conseguem. Não houve milagres, mas sim determinação duma Junta de Freguesia e a força dum povo. Muitas das vezes sob chuva impiedosa, as roupas coladas nos corpos onde a água se misturava ao suor, eles e elas, manejando alviões, pás, enxadas e picaretas, aquela boa gente esventrou mais de um quilómetro de caminho e parte de uma estrada e, na vala, lançou dois tubos de apreciável diâmetro que vão buscar a um poço com a profundidade de doze metros, poço que uma mina com o comprimento de 10, alimenta na baixa de “Casal Maria” onde também está instalada a central elevatória provida de um motor de 10 H. P., que atira a água para um depósito no Alto de Barros e deste para muitas das casas do lugar e para o fontanário público. Admirável gente que soube pôr de parte ideologias para cerrar fileiras e trabalhar pelo progresso da sua terra. Foi para inaugurar o fontanário público que Barros esteve em festa e também para mostrar a toda a gente a força da sua gente, da gente de S. Simão da Junqueira. Basta dizer que a obra, a ser feita por empreitada, custaria mais de 600 contos. Ficará por uns 400, dos quais já estão pagos 293. Foi para obviar à diferença que Barros organizou um cortejo de oferendas, que as senhoras do lugar montaram um cozinha que trabalhou até altas horas, sendo a maior parte dos géneros oferecidos, que o Rancho de S. Mamede, outro dos lugares da Junqueira cantou e dançou. Mas o momento alto da festa foi aquele em que e na presença dos Vereadores da nossa Câmara, Dr. Geraldo dos Reis Casais e António Augusto Ferreira Curval, o Presidente da Junta de Freguesia de S. Simão fez correr do fontanário a linfa que passa a matar a sede a todos quantos por Barros passarem. Resta dizer que habitantes do lugar contribuíram com cerca de 120 contos. E no cortejo – o leilão deve cobrir as despesas feitas e futuras – figuraram grandes cestos, cheiinhos de coisas boas, um porco, aves, etc. Abria o cortejo um numeroso grupo de crianças com os peitos couraçados em notas de cem escudos. A família Ferreira da Costa mandou 60 contos. E António Magalhães e sua esposa mais uma vez puseram os seus terrenos e os seus dinheiros a favor da sua terra. Barros tem um fontanário. E tem água encanada ao domicílio. Aqui está como a vontade do povo dum lugar pode mais do que os muitos milhares de contos de muitas vilas, de algumas cidades. M.

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